quinta-feira, 14 de julho de 2011

Afinal, as mulheres preferem os sensíveis?

As mulheres preferem os sensíveisToda mulher gosta de homens fortes, robustos e com cara de mau, certo? Errado. 
Há moças que gostam mesmo é de rapazes com carinha de bom moço.
Já há algum tempo as mulheres conquistaram a plena independência.
Não precisam mais de um homem que pague as suas despesas, compre os seus sapatos, bolsas, roupas e o que mais quiserem adquirir. Mostraram que dão conta da casa, dos filhos e de todo o trabalho que se dispuser a fazer. Porém, é sempre bom ter o apoio de um companheiro, assim como ter alguém a quem apoiar.
Pesquisas feitas por conselheiros amorosos apontam que as mulheres ainda querem um homem provedor. São aqueles que estão sempre prontos para nos proteger e amparar. "As mulheres ainda buscam o homem que se mostre poderoso. É assim desde os tempos das cavernas. É claro, o ser humano evoluiu muito, hoje trabalhamos fora, somos livres. Mas, assim como esperávamos que os homens nos defendessem antes, queremos agora". "As mulheres gostam de homens poderosos e protetores, principalmente na hora da afetividade elas querem se sentir amparadas".
O problema é que, quase sempre, esse perfil vem acompanhado de uma dose de machismo e prepotência. Assim, algumas mulheres optam por outro estilo. "As independentes e confiantes procuram homens sensíveis. Acredito que eles não sejam frágeis, mas sim seguros. Esses rapazes não precisam ficar o tempo todo provando que são ‘homens’".
"Existem mulheres que demonstram que os homens de aparência frágil são super amigos e legais, mas não servem para levar para casa. As moças não querem os franzinos". "Nem mesmo um moço mais baixo é aceito, elas querem sempre os mais altos. Quem quer ter um namorado ou marido de estatura menor do que a dela?"
Essa não é uma exclusividade feminina. Eles também buscam garotas que sejam sensíveis, assim eles poderão exercer o seu papel de provedor. "É por isso que as empresárias bem sucedidas têm tanta dificuldade de manter um relacionamento. Eles as adoram para serem amigas, não para namorar".
"O diferencial do homem sensível é que ele não precisa dominar, competir, mostrar que ele é mais forte, mais rico, mais alto... As palavras ‘respeito’ e ‘admiração’ são importantes para ele. Há parceiros que admiram e gostam de mulheres poderosas". "Essa mulher é mais independente, forte e cheia de valor. Quer um companheiro, não um pai ou pagador de contas".

Sozinha de novo? Voltar a ser solteira é mais difícil do que parece.


Um dos momentos mais delicados de uma separação é quando se constata a solteirice. Para muitas mulheres, principalmente as que estão saindo de um relacionamento longo, o mundo dos solteiros é praticamente um território desconhecido. São outras regras, outras pessoas, e principalmente, a prova de que, dali em diante, e sabe-se lá por quanto tempo, é cada um por si.
Chegou a hora de voltar a encarar a vida sozinha, sem alguém ao lado – e essa percepção pode ser assustadora. “Geralmente, quanto mais longa e estável é a relação, mais doído é sair dela”. “A mulher questiona sua própria identidade. Há um sentimento de vazio, de falta”.
Descobrir essa nova realidade costuma ser um verdadeiro teste para a autoestima da mulher. Segundo a especialista, é normal que grande parte das recém separadas comece a questionar suas capacidades, suas aspirações de vida e, principalmente, sua aparência: sentem-se feias e ultrapassadas. E, pior de tudo, sozinhas. Mas não é verdade que passar para o time dos solteiros é assinar o atestado de solitária.
Prova disso é a forma como os homens encaram os primeiros capítulos de uma separação. Via de regra, para eles, o término de uma relação nem sempre é sinônimo de tristeza. Eles podem estar arrasados, mas, ao invés de se retrair, os homens, por questões culturais, são incentivados a extravasar, sair com os amigos, e a cometer todos os excessos a que não se permitiam quando eram comprometidos.
“Os homens são mais treinados para ficar sozinhos”. “Quando terminam um relacionamento, ganham tapinhas nas costas e saem para ‘celebrar’. E o pior: não levam o rótulo de abandonados, mesmo que a iniciativa de terminar tenha sido da mulher”.
Ou seja: para elas, como muita coisa nessa vida, o caminho de volta à solteirice é um pouco (ou muito) mais tortuoso. Além de lidar com todos os aspectos práticos de uma separação, a mulher precisa administrar também uma série de dúvidas existenciais que quase nunca fazem parte da pauta masculina. Muito disso é natural da condição feminina. Mas boa parte é resultado das escolhas feitas durante a relação. 

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Vida curta ou longa?

Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. 
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Cora Coralina----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
MergulhoAlguém me diz que sou como a luaLinda de se verImpossível de tocarDeliciosa de imaginar...
Eu digo que sou como as águasIntensas e mansas águasSilenciosas e profundasPerfeitas para mergulhar...(Marli Walker- poetisa  sinopense)

A mulher de hoje em dia.



    A evolução do sexo feminino parece não ter fim, cada dia que passa nos superamos cada vez mais: nas empresas, nas escolas, no trânsito, enfim, estatísticas apontam um crescimento e uma valorização muito grande do poder feminino.
    Algumas funções que executa: cuidar dos filhos, "cuidar" do marido, cuidar da casa, trabalhar fora, pagar contas, fazer compra de mês, levar filhos na escola, resolver eventuais problemas na escola do filho, e muito mais...
    E o tempo pra ela? Muitas acabam deixando de lado o "se cuidar", por não sobrar tempo, e realmente não sobra tempo se for fazer tudo isso. Admitamos, mesmo estando no trabalho, temos que lidar com problemas domésticos, lições de casa, funcionária do lar.
    O sexo masculino precisa evoluir na mesma proporção que a mulher, para que este relacionamento não se acabe. É importante a colaboração dos homens em alguns afazeres domésticos, como: não jogando roupas, estendendo toalhas molhadas, lavando louça, colocando lixo na lixeira, retirando a mesa após o jantar.
    Conversar com o parceiro é necessário para que ocorram essas mudanças. O homem precisa aprender a ter uma nova visão de família, pois muitos não aprenderam isso quando eram pequenos, isto é, a mãe deles não ensinou esse novo conceito de mulher, que trabalha, que corre pra resolver, que faz mil coisas, principalmente quando chega em casa.
    Essa ajuda mútua colabora até para o relacionamento do casal, pois sobra tempo para namorar e ser feliz. Evitando as separações que tem sido tão comuns.
    Mulher se dê um tempo para fazer exercício físico que te dê prazer, isso é muito importante para a sua saúde física e mental: hidroginástica, musculação, yoga, seja qual for, mas se dê esse tempo!
    Se dê o tempo para chegar em casa, tirar os sapatos e descansar nem que seja por 15 minutos, colocar os pés pro alto na parede deitada na cama! A casa não vai cair por causa de 15 minutos de descanso seu! Eles são mais necessários do que o seu estresse.
    Lembre-se é da natureza da mulher executar várias tarefas ao mesmo tempo. Se o seu marido não faz como você não é porque não quer, realmente muitos homens não conseguem! Foi comprovado cientificamente que o homem, definitivamente, não é capaz de fazer, pelo menos, duas coisas ao mesmo tempo. Mas, é importante conversarem e se organizarem no sentido de saber o que ele pode fazer e consegue fazer!

    segunda-feira, 11 de julho de 2011

    Cheguei de férias!!! Maravilhoso estar de volta em casa.

    Depois de um tempinho fazendo umas visitinhas familiares, aqui estou de volta ao nosso blog.
    Em breve teremos muitas coisinhas para compartilhar.
    Beijinhos da amiga Gilda.

    domingo, 24 de abril de 2011

    O significado da Páscoa.

    A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
    Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
    No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
     
    "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas. 
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    A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!


     
    Como surgiu o chocolate?
    Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
    Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.
    O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
    Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.

    Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
    Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
    Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.
     
    coelho da pascoa Símbolos da PáscoaE o coelho?
    A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
    Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?
    No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
    Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!
     

     Mas por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todo ano?
    O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").
    A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.
    Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".
    De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.
    Os símbolos da Páscoa
    As luzes, velas e fogueiras são uma marca das celebrações pascais. Em certos países, os católicos apagam todas as luzes de suas igrejas na Sexta-feira da Paixão.
    Na véspera da Páscoa, fazem um novo fogo para acender o principal círio pascal e o utilizam para reacender todas as velas da igreja. Então acendem suas próprias velas no grande círio pascal e as levam para casa a fim de utilizá-las em ocasiões especiais. O círio é a grande vela acesa na Aleluia, simbolizando a luz dos povos, em Cristo. Alfa e Ômega nela gravadas querem dizer: "Deus é o princípio e o fim de tudo".
    Em muitas partes da Europa Central e Setentrional, é costume acender-se fogueiras no cume dos montes. As pessoas reúnem-se em torno delas e cantam hinos pascais.
    Ainda temos como símbolos:
     O círio pascoal: É uma grande vela que se acende na igreja, no sábado de aleluia. Significa que "Cristo é a luz dos povos".
    Nesta vela, estão gravadas as letras do alfabeto grego"alfa" e "ômega", que quer dizer: Deus é princípio e fim. Os algarismos do ano também são gravados no Círio Pascal. O Círio Pascal simboliza o Cristo que ressurgiu das trevas para iluminar o nosso caminho.

    O cordeiro: que simboliza Cristo, sacrificado em favor do seu rebanho;
    O girassol: é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol.O girassol, como símbolo da páscoa, representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astrorei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.
    Os sinos: Muitas igrejas possuem sinos que ficam suspensos em torres e tocam para anunciar as celebrações. No domingo de páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de cristo.
    O pão e o vinho: simbolizando a vida eterna, o corpo e o sangue de Jesus, oferecido aos seus discípulos.
    A cruz: mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Cristo. No Conselho de Nicea em 325 d.C, Constantim decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Então não somente um símbolo da Páscoa, mas o símbolo primordial da fé católica;
     
    O Ovo, afinal!!!
    Bem, o ovo também simboliza o nascimento, a vida que retorna. O costume de presentear as pessoas na época da Páscoa com ovos ornamentados e coloridos começou na antigüidade. Eram verdadeiras obras de arte!
    Os egípcios e persas costumavam tingir ovos com as cores primaveris e os davam a seus amigos. Os persas acreditavam que a Terra saíra de um ovo gigante.

    Os cristãos primitivos da Mesopotâmia foram os primeiros a usar ovos coloridos na Páscoa. Em alguns países europeus, os ovos são coloridos para representar a alegria da ressurreição. Na Grã-Bretanha, costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos dados aos amigos. Na Alemanha, os ovos eram dados às crianças junto de outros presentes na Páscoa. Na Armênia decoravam ovos ocos com retratos de Cristo, da Virgem Maria e de outras imagens religiosas.
    No século XIX, ovos de confeito decorados com uma janela em uma ponta e pequenas cenas dentro eram presentes populares.

    Mas os ovos ainda não eram comestíveis. Pelo menos como a gente conhece hoje, com todo aquele chocolate. Atualmente, as crianças encontram ovos de chocolate ou "ninhos" cheios de doces nas mesas na manhã de Páscoa. No Brasil, as crianças montam seus próprios "cestinhos de Páscoa", enchem-no de palha ou papel, esperando o coelhinho deixar os ovinhos durante a madrugada. Nos Estados Unidos e outros países as crianças saem na manhã de Páscoa pela casa ou pelo quintal em busca dos ovinhos escondidos. Em alguns lugares os ovos são escondidos em lugares públicos e as crianças da comunidade são convidadas a encontrá-los, celebrando uma festa comunitária. mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Cristo.

     FELIZ PÁSCOA PARA VOCÊ E TODA A SUA FAMÍLIA. 

    sexta-feira, 15 de abril de 2011

    15 Dicas para Salvar seu Casamento!

    1 – O segredo, no fundo, é renovar o casamento, e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal. Falta diálogo? Ache-o. Falta desejo? Reconquiste-o!

    2 – De tempos em tempos, é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, voltar a se vender, seduzir e ser seduzido. O diálogo é importante, se não o tem, conquiste-o.

    3 – Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Não sabe dançar? Convide-a para ir a uma escola de dança! Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?

    4 – Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter sua irrestrita atenção? Ou ficam com pena do dinheiro e do tempo e desistem desse prazer?

    5 – Sem falar nos inúmeros quilos que se acrescentaram a você, depois do casamento. Mulher e marido que se separam podem perder 10 quilos num único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?

    6 – Faça de conta que você esta de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a frequentar lugares desconhecidos, mudaria de casa ou de apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo e a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe. Procure renovar-se, mudanças são necessárias.

    7 – Vamos ser honestos: ninguém aguenta a mesma mulher ou marido por trinta anos, com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Renove seu ciclo de amizades, renovar é sempre bom!

    8 – Muitas vezes não é a sua esposa que esta ficando velha e mofada, são os amigos dela (e talvez os seus), são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração. Os mesmos problemas e as mesmas conversas!

    9 – Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo círculo de amigos.
     
    Na maioria das vezes essa euforia passa logo e você cai na real.
     
    Se você não está disposto a mudar, seus problemas vão se repetir e vão te assombrar sempre!
    Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugar e de interesses; e não se deixar acomodar. Viva as diferanças! Imagine-se casado com alguém igual a você! Seria impossível a convivência e a harmonia.

    10 – Isso obviamente custa caro, e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.
     
    O dinheiro não compra um lar, enterre seu orgulho e sua intolerância, seu par vai adorar conhecer essa nova velha pessoa que está gritando para viver!

    11 – Se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas, e você ainda terá a pensão dos filhos de uma união anterior.

    12 – Não existe essa tal estabilidade do casamento, nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos. O universo está se modificando a cada segundo, nada é igual eternamente. Abra seu coração para seu par! Aceite-o, renove-se!

    13 – A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma “relação estável”, mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no início do casamento.
     
    Você faz isso constantemente no trabalho, por que não fazer na própria família?
    Não é o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo? Renovam-se e evoluem?

    14 – Portanto, descubra o novo homem ou a nova mulher que vive a seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo e interessante par. Tenho certeza de que seus filhos o respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos, apesar das desavenças. Ensine a eles o verdadeiro sentido de família e lar.

    15 – Brigas, arranca-rabos, cara feia e mau-humor sempre ocorrerão; por isso, de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas faça-o sempre com o mesmo par!
     
    Vamos nos esforçar, pois somente com dedicação e força de vontade poderemos colocar em prática essas dicas!

    A Co-Dependência, Amor ou Maldição?

    Na realidade, a entrega sem limites ao outro tem consequências nefastas para o próprio e revela diversas fragilidades justificadas pela intensidade do sentimento amoroso. Gradualmente a pessoa anula-se na relação para poder servir os interesses da pessoa amada, funde-se com ela chegando mesmo a perder a sua própria identidade, enquanto reclama não sentir da outra parte o mesmo empenho e devoção.
    A organização da vida de alguém em torno da pessoa amada ao ponto de tornar inconcebível a sua existência sem o outro é uma forma de dependência semelhante à dependência de drogas ou álcool, cujo carácter destrutivo requer tratamento e prevenção.
    Desde o final dos anos 70 que surgiu no meio da psicoterapia o conceito de co-dependência inicialmente usado para descrever as pessoas cuja vida era afetada por alguém dependente de drogas ou álcool. Este conceito teve origem nos Alcoólicos Anónimos que organizaram grupos de auto-ajuda para apoiar os cônjuges de pessoas dependentes do álcool, os Al-Anon.
    Estas pessoas eram caracterizadas por procurarem relações com pessoas dependentes de substâncias na medida que estas suscitariam comportamentos co-dependentes. Estes comportamentos incluíam uma enorme reatividade, necessidade permanente de controlo do outro, baixa auto-estima e esvaziamento emocional da pessoa co-dependente.
    Este conceito rapidamente se alargou a  pessoas que estabelecem relações em que ficam obsessivas em controlar o comportamento do outro, esquecendo-se de si próprias e do que as terá levado a agir desta forma.
    As pessoas co-dependentes sentem-se incompletas sem o parceiro(a). Têm pouco amor-próprio, são muito auto-críticas e sentem-se magoadas facilmente. Por estas razões os co-dependentes são muito reativos às atitudes e comportamentos do outro, têm dificuldades em expressar certo tipo de sentimentos em que julgam ficar demasiado expostos ou vulneráveis.
    Por consequência, estas pessoas têm dificuldade em pedir ajuda, em reconhecer os seus erros e olhar para as suas feridas. Tudo porque têm medo de perder o controle. O controle sobre si próprias que é assim assegurado através do controle do outro.
    Os co-dependentes tentam reforçar a sua auto-estima ajudando os outros a resolver os seus problemas, nem que para isso tenham de comprometer a sua integridade e os seus valores. Os co-dependentes têm dificuldade em dizer que não, têm relações sexuais sem vontade, despendem demasiado tempo a dizer que tudo vai bem.
    Numa fase inicial, os co-dependentes dedicam-se a tentar “salvar o outro”, zelando quase religiosamente pelos seus interesses, tomando para si a responsabilidade das suas acções, pensando por eles, sofrendo as consequências do seu comportamento. Posteriormente, os co-dependentes irritam-se com os outros pela falta de gratidão e reconhecimento, chegando ao ponto de sentir uma raiva incontrolável sobre os outros e sobre si próprios.
    Este ciclo deixa a pessoa co-dependente ainda mais frágil porque deu tudo e afinal não mudou nada. Na verdade, a pessoa co-dependente ajuda o outro a perpetuar os seus problemas e a desresponsabilizar-se dos seus atos.
    Quando estas relações atingem um ponto de  ruptura, a pessoa co-dependente tende a procurar outra pessoa problemática para dar início a um novo ciclo.
    A recuperação da co-dependência inicia-se pela tomada de consciência de que a pessoa precisa de centrar-se em si mesma, desprendendo-se da adição ao outro, procurando ajuda para identificar as suas vulnerabilidades e os vazios que tenta preencher através da dedicação aos outros.
    Quando as pessoas começam a gostar de si mesmas, a cuidar das suas feridas e a sará-las, quando aprendem a expressar os seus sentimentos e necessidades de forma adequada, as pessoas ganham noção dos seus limites e ganham perspectiva sobre si próprias.
    Quando as pessoas gostam de si mesmas vão tender a procurar pessoas que as valorizem e respeitem pelo o que elas são. O ciclo da co-dependência pode ser interrompido e desfeito quando a pessoa co-dependente compreende que a resolução do seu problema reside em si próprio. Reside em tomar responsabilidade por si, tomar conta da sua vida e assim ficar disponível para poder verdadeiramente amar.

    Viver sozinha: opção ou fuga?


    As pessoas estão se habituando, cada vez mais, a estar sozinhas: ouvem música em seus headphones, ficam menos tempo à volta da mesa com os familiares, pois existem os congelados e o microondas para facilitar os diferentes horários da casa, passam horas em seus computadores e é comum cada pessoa da família ter em seu quarto, um vídeo acoplado ao seu aparelho de televisão próprio.
    Além do hábito, portanto, aparece a necessidade de se tornar mais independente e, mais que isto, o prazer de estar sozinho diminuindo bastante a disponibilidade em fazer concessões, formar novos vínculos.
    Anteriormente, as concessões eram fundamentais nos relacionamentos pois ninguém se imaginava vivendo só.
    Pagava-se qualquer preço para se ter alguém, sujeitava-se a qualquer tipo de relação.
    Para as mulheres, principalmente, a idéia de estar sem um homem ao lado, sem um companheiro, para ampará-la, protegê-la, era insuportável, até mesmo sinal de fracasso!
    Hoje, a mulher trabalha fora, é independente, bem-sucedida e menos vulnerável a estes sentimentos. Hoje, a mulher é capaz de manter o casamento e, paralelamente, criar seus filhos sem tanta necessidade de um homem para garantir-lhe a sobrevivência emocional e financeira.
    Novo estilo


    Acrescente-se ainda o número cada vez maior das chamadas famílias uniparentais - com apenas um genitor - fugindo ao antigo padrão de um lar formado por casal e filhos.
    E não nos esqueçamos, também, das mães solteiras que decidiram ter e criar seus filhos sozinhas.
    Evidentemente, todas estas transformações e opções abalaram o conceito que possuíamos sobre família e vida a dois.
    Paralelamente à noção de poder estar sozinho (e bem!), fala-se, como nunca, na busca do amor romântico construído em torno da idealização e não da realidade.
    Ele nos vende a crença de que o outro é tudo para nós, proporciona a felicidade absoluta e eterna!
    Esqueceram-se de ensinar como é difícil para um casal moderno, onde ambos enfrentam uma dura rotina, conciliar as dificuldades do dia a dia com as expectativas exageradas em relação ao estar apaixonado...
    É certamente complicado ser romântico, depois de um dia exaustivo de trabalho quando tudo o que se quer é chegar em casa, trocar de roupa e, simplesmente, fazer algo de que se gosta para relaxar...
    E, se depois deste dia estressante, ainda temos à nossa espera alguém sequioso para bater um papo e relatar-nos como foi no escritório ou como estão as crianças na escola?!
    Acreditar que o casamento traz a completude ou a plenitude e que viver a dois é a única fonte de realização e prazer é uma idéia que precisa ser revista para não gerar um acúmulo de expectativas, frustrações e desapontamentos.
    Manter um relacionamento


    O estar apaixonado não pode ser a condição sine qua non para se manter um casamento.
    Pensar ainda que o modelo de casal ideal é aquele que passa todo o tempo disponível juntos, que abre mão de suas atividades individuais com amigos e que sacrifica possibilidades pessoais para permanecer a dois é, se não uma visão desastrosa, pelo menos sufocante!
    Não há amor que sobreviva sem a possibilidade do crescimento individual, sem espaço para a troca, para a liberdade e para que desejos pessoais possam ser preservados.
    Quanto maior a capacidade de ficar bem consigo mesmo, menor será a cobrança interior de ter de fazer o que não se gosta e, conseqüentemente, melhor será a qualidade dos momentos onde se escolhe ficar a dois.
    Há pessoas que passam por terríveis conflitos ao tentar harmonizar as aspirações individuais com o estar a dois: relacionar-se passa então pela via da necessidade e não pela via do prazer.
    É como se ainda perpetuassem dentro de si aquela velha tese na qual se nos afastamos, estamos ofendendo o parceiro, deixando-o de lado, desamando...
    É o amor ligado ao sentido de posse, ciúme. "É melhor que ele fique ao meu lado - mesmo infeliz - do que sair por aí, fora do meu controle..."
    Afinal, o medo de ser abandonado ou trocado denuncia um baixo grau de auto-estima.
    A grande verdade é que só as pessoas pouco maduras e muito dependentes suportam renunciar à sua individualidade para fundirem-se numa simbiose pseudo-romântica talvez pelo temor causado pela sensação de desamparo, própria do estar só.
    Quem de nós já não ouviu o comentário de que quem não casa está fadado à solidão?
    Assim é que estamos diante de um fenômeno psicológico tão interessante quanto trabalhoso.
    O amor romântico pode destronar a vida a dois e levar, como conseqüência à opção do viver sozinho?
    O amor romântico que se acreditava tudo dá e tudo quer acaba levando a atritos no casamento e revelando-se um modelo inadequado para os nossos dias.
    Quando percebemos que a dificuldade não está tanto na pessoa a quem nos ligamos mas na forma do vínculo que estabelecemos, temos a chance de reverter o quadro para que o ficar só não seja vivenciado como a melhor opção.
    O impasse está portanto em fazer com que a vida em comum apresente-se como uma escolha melhor em termos de qualidade emocional.
    Somente assim a vida a dois pode sobreviver a todas as tentadoras "vantagens" oferecidas pela condição solitária: dormir e comer na hora que quer, não dar satisfação do que se faz, ter o controle da televisão só para si, ficar no computador quanto tempo quiser, etc.
    Conseguiremos transformar o casamento para que ele possa ser competitivo em qualidade de vida?
    Para isto teremos que encontrar uma fórmula onde amor e liberdade possam conviver de maneira conciliadora.
    O EU não precisa, necessariamente, desaparecer em favor do NÓS conjugal.
    Apesar da rotina que esmaga parte dos nossos sonhos debaixo do ter que trabalhar, ganhar dinheiro, cuidar dos filhos, não podemos negar que o casamento pode ter muitos encantos e pode proporcionar belos momentos de felicidade
    Para que tais momentos ocorram basta que adicionemos alguns ingredientes fundamentais ao bem viver: amizade, lealdade, cumplicidade e companheirismo e, em contrapartida, abrir mão daquela forma infantil de amor apaixonado regido pelo ciúme, possessividade, impossibilitando a individuação e colocando a culpa dos problemas no outro.
    A vida em sua velocidade exige mudanças. Mas nem sempre as permite tão facilmente...
    Enfrentar este enigma, eis o desafio!

    Nos dias de hoje, vem surgindo um ser humano mais independente e mais auto-suficiente e isso leva a transformações na maneira de encarar o viver a dois, os vínculos e as relações familiares.

    quinta-feira, 14 de abril de 2011

    Dicas e truques para as Plus Size

    A Revista Manequim tem dicas incríveis para as mulherões se vestirem com classe.
    Nada de piriguetismo. E não é porque você tem umas medidas a mais, que vai passar a vida inteira se escondendo em camisolões pretos pra tentar esconder o que pode ser muito sexy. Além do mais tem truques ótimos para valorizar o corpo.

    Separei as dicas que eu mais gostei e resolvi reproduzir em looks mais despojados pra vocês, espero que gostem!

    Aqui dê preferência para vestidos com cores mais neutras para o dia, estampas básicas e pequenas são bem vindas. Uma sapatilha deixa o look bem confortável para aguentar um dia todo de trabalho e o cinto marca a silhueta. As pulseiras escolhidas são de madeira e couro que são duas tendências bem atuais.


    Aqui é uma opção para um dia de trabalho, calça jeans sequinha com uma camisa bem larga e com um cinto ajustado na cintura, é uma opção bonita e confortável. Para os pés escolhi uma sapatilha laranja (contrasta muito bem com o azul das listras da camisa), mas você pode escolher um salto mais alto, como preferir. As listras nas verticais dão sensação de silhueta alongada. Nos acessórios, optei por um relógio perolado (lindíssimo, por sinal), e pulseiras prateadas, acho divina a mistura desses tons.



    Não é porque vai sair a noite que precisa se vestir de preto. Aqui está uma opção bem feminina, um vestido floral com amarração na cintura e decote em V, que alonga a silhueta. Os acessórios são todos em tons neutros para não brigar com a estampa do vestido. A clutch(carteira) nesse caso, pode ter brilhos ou paetês e os acessórios são totalmente liberados!